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segunda-feira, 19 de março de 2018

VIÇOSA-MG / RECANTO DAS CIGARRAS

Quem acompanha as postagens sobre viagens e afins percebeu que ano passado foi bem devagar. Por uma série de questões acabei diminuindo bem o ritmo das viagens e esse ano pretendo voltar a andar de moto com mais frequência. Ah, mas você anda de moto todos os dias. É, eu ando sim, mas tem uma diferença entre ir de casa para o trabalho e do trabalho para casa. Não que eu reclame de ir trabalhar de moto, na verdade eu gosto bastante. Já pensou em ter que ir de carro pro trabalho todos os dias? Isso seria muito estressante. E apesar de gostar do trecho que percorro todos os dias, as vezes a rotina te vence.

Por isso acho importante rodar alguns quilômetros a mais de vez em quando, pegar a estrada sem compromisso, fazer aquele bate e volta a lugar nenhum. E lógico, quando você tem um destino e alguém te esperando a viagem torna-se ainda mais prazerosa. Foi o caso do ride que fizemos no carnaval. Fomos até Viçosa visitar um casal de amigos e eles nos levaram para fazer uma trilha até o recanto das cigarras que fica dentro do campus da UFV.


Para quem não conhece a UFV é uma das universidades federais mais importantes do país e dentro do campus há uma área de mata nativa e algumas trilhas. Uma dessas trilhas leva até o recanto das cigarras que é um local utilizado nas confraternizações de formatura. A trilha não é difícil, está bem limpa e o melhor de tudo é dentro da cidade. Para quem é de Viçosa ou estuda lá é um local corriqueiro, mas para nós que estamos sempre em busca de conhecer novos lugares e estar em contato com a natureza foi super legal.




Não posso deixar de agradecer ao Diego, Aline (que nos acompanharam), Deyler e Luma pela recepção. Muito obrigado pessoal!

Vou deixar aqui em baixo pequeno vídeo que o Diego postou lá no canal dele e ficou super bacana!

sábado, 7 de outubro de 2017

UBÁ-MG / PEDRA REDONDA

Não tenho tipo muito tempo para manter o blog atualizado, muito menos para colocar a moto da estrada. Com isso a única saída é procurar me distrair por aqui e recentemente fui até a pedra redonda, ponto muito frequentado pela galera de Ubá mas que eu nunca tinha ido. Fica praticamente dentro da cidade, cerca de 20 minutos do centro (de moto) e mais uma meia hora de caminhada até o topo.

Uma ótima oportunidade para estar em contato com a natureza e espairecer. O ar lá em cima é diferente e a sensação de paz é enorme. Quem conhece sabe o que estou dizendo e quem nunca foi, não espere tanto tempo como eu para conhecer. Vá amanhã mesmo!





quinta-feira, 18 de maio de 2017

SANTA RITA DE JACUTINGA-MG / FAZENDA SANTA CLARA

Como disse nos posts anteriores, não estou com muito tempo de sobra e por isso a atividade aqui no blog diminuiu bastante, até porque não tenho rodado quase nada de moto a não ser de casa para o trabalho. O último ride que fiz foi um bate e volta até a fazenda Santa Clara na cidade de Santa Rita de Jacutinga, que fica entre os estados de MG e RJ.


A fazenda está localizada cerca de 18 quilômetros antes da cidade para quem vem no sentido Rio Preto para Santa Rita. Dessa vez, resolvi seguir o GPS ao pé da letra. E para minha "surpresa" ele me jogou em uma estrada de terra pouco depois de Juiz de Fora que seguia até a cidade de Santa Bárbara do Monte Verde.

Estradas de terra são sempre convidativas e com essa não foi diferente. Tinha chovido na noite anterior e por aqueles lados a chuva foi forte, pois tinha várias arvores caídas e algumas fechando a estrada. Mas nada que atrapalhasse a passagem de moto.


Chegando próximo da fazenda já é possível avistá-la da rodovia e de longe ela impressiona pelo tamanho. Se me lembro bem, há uma taxa de 15 reais para a visitação que dura cerca de 40 minutos. Não vou me lembrar de tudo que vimos, mas para título de curiosidade a propriedade possui 10 hectares e a área construída é de quase 6 mil metros quadrados. São 365 janelas, 52 quartos e 12 salões, representando os dias, semanas e meses do ano respectivamente. Para que tudo isso eu não sei, mas como disse o nosso guia: "hoje em dia o funkeiro ostenta com carro e cordão de ouro. Naquela época os coronéis ostentavam com construções faraônicas".


A fazenda teve sua construção iniciada em meados do século XVIII com o ciclo do ouro e posteriormente durante o ciclo do café passou por uma ampliação. Na foto é possível ver a diferença de estilos nas janelas com detalhes arredondados do estilo barroco (ciclo do ouro) e detalhes mais simples, retos no estilo neoclássico (ciclo do café).


O casarão tem muitos detalhes e várias histórias que são passadas pelos guias, como por exemplo as festas e jantares realizados nos salões, alimentação que era preparada pelas mucamas e equipamentos considerados inovadores naquela época.

Capela

Senzala

Portão de aço e madeira da masmorra

Em resumo, a visita é muito legal para quem quer conhecer um pouco mais sobre o modo de vida daquela época.

terça-feira, 4 de abril de 2017

PARATY-RJ / DIA 5 - BACK HOME

Acabei deixando o blog parado por quase um mês. O trabalho tem me tomado boa parte do tempo e tenho chegado meio sem inspiração para escrever. Só para fechar a série de posts sobre Paraty, vou deixar as últimas fotos que tiramos durante o retorno. Apesar do calor excessivo, foi ótimo passar alguns dias sem ter que me preocupar com nada e voltamos para casa pensando quando será a próxima estadia.

Esse mês pretendo voltar com as postagens. Grande abraço a todos!



quinta-feira, 9 de março de 2017

PARATY-RJ / DIA 4 - JABACUARA E CASA DA CULTURA

Afim de descançar e nos preparar para a volta no dia seguinte, passamos o dia todo na praia do Jabacuara que é a maior da região central de Paraty.


Com águas calmas e quentes, é o lugar ideal para relaxar. Além disso, tem vários quiosques ao longo da orla e um que recomendo (ops, a Paty recomenda) é o Biruta Grill que faz o Maraculouko, drink de cachaça e maracujá (eu prefiro cerveja) e tem ótimo atendimento.



À noite passamos no centro histórico e visitamos a Casa da Cultura que estava com uma série de exposições interessantes.

A Cadeira




Todos os Santos




E pra fechar experimentamos uma comida tailandesa. É bem diferente, como temperos fortes mas eu achei gostoso. A Paty nem tanto porque alguma coisa provocou uma irritação nela, que nem terminou de comer. Mas tava bonito, olha só.


terça-feira, 7 de março de 2017

PARATY-RJ / DIA 3 - CERVEJARIA CABORÊ

Depois do dia cheio de adrenalina, fomos até o bar da Cervejaria Caborê que fica bem próximo do centro histórico e dá para ir à pé.

Escolhi a régua de degustação que contém os três estios que eles fabricam hoje, Pilsen, Black (Malzbier) e Weizen. As cervejas não são nada acima da média, mas cumprem bem o papel a que se propõem.


Tipo: Pilsen
Graduação Alcoólica: 4,20% vol
Cerveja clara, com média formação de espuma. Corpo leve, aroma maltado e levemente lupulada. No sabor o dulçor do malte é perceptível bem equilibrado com leve amargor que persiste no aftertaste. Uma pilsen normal, mas que me agradou.

Tipo: Malzbier
Graduação Alcoólica: 4,20% vol
Coloração escura, creme bege de baixa formação e média duração. Aroma maltado com notas carameladas. Sabor que acompanha o maltado e caramelado que permanece no aftertaste. Não é meu estilo predileto, mas a cerveja estava bem acertada.

Tipo: Weizen
Graduação Alcoólica: 4,20% vol
Cerveja de coloração amarelo palha, creme branco de boa formação e duração. Aroma da cravo, banana e fermento. Corpo médio, com sabor de fermento e especiarias. Uma cerveja de trigo razoável, mas que fica atrás de muitas outras.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

PARATY-RJ / DIA 3 - PARATY SPORT AVENTURA / PRAIA DO FORTE

Localizado a poucos minutos do centro histórico de Paraty, o parque me chamou a atenção assim que decidimos fazer a viagem e começamos a olhar as opções turísticas. Apesar de nunca ter praticado tirolesa e rapel, eu já tinha um conhecimento mínimo sobre as modalidades. O tal de arvorismo que era algo novo (nem sabia que existia). Além dessas atividades o parque ainda possui passeios de caiaques e trilhas (que infelizmente estavam desativadas por falta de manutenção).


Dentre todas as opções, pode-se escolher em fazer apenas uma delas ou fazer um pacote com mais atividades. No meu caso escolhi arvorismo, tirolesa e rapel, nessa ordem de execução. Foram cerca de quatro horas de atividades pelo valor de R$100,00 (não achei caro).

O circuito de arvorismo é dividido em três níveis de dificuldade que variam de acordo com a altura e número de obstáculos. Apesar de nunca ter feito, escolhi o mais difícil, que na verdade não é tão difícil assim.


A ideia de estar a mais de 10 metros de altura se segurando em cabos de aço nem passa pela cabeça quando você tem que andar e manter o equilíbrio em cima dos obstáculos. Em algumas partes é preciso ter calma e em outras dá pra implementar um ritmo mais forte. A interação com a natureza de cima da copa das arvores é uma experiencia muito legal e espero repeti-la.



Após o circuito de arvorismo fui para os 650 metros divididos em 5 tirolesas. Localizadas em um trecho de mata bem fechada, os trechos são divididos por plataformas e só pode descer uma pessoa por vez em cada cabo.


O rapel, apesar de ser em um paredão pequeno (14 metros), foi uma experiência bem legal também. Agora é procurar um maior para ir treinando.


Depois de todas essas atividades ainda deu tempo para ir na praia do Forte. O casarão hoje é um museu e a praia na verdade é um paredão de rocha em que não é possível entrar na água sem correr o risco de cair por causa do lodo que se forma. Mas a vista é muito bonita, então vale a pena a visita.


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

PARATY-RJ / DIA 2 - TRINDADE

No segundo dia, decidimos conhecer o vilarejo de Trindade que fica há alguns minutos de Paraty. As prais realmente são um espetáculo a parte. Não me lembro o nome de todas, mas a praia do Cachadaço é parada obrigatória e serve de ponto de partida para a piscina natural de mesmo nome.



Para chegar até a piscina existem duas opções. A primeira, através de uma trilha que é bem legal e não exige nenhum preparo físico de atleta. São aproximadamente três quilômetros se não me engano e a outra é através de barco.


A piscina é formada por um conjunto de pedras que fazem com que as ondas quebrem e a água que ali fica "represada" quase não sofra ondulações. O local é um berçário e muitas pessoas praticam o mergulho livre (snorkeling). A Paty até que tentou se arriscar e viu alguns peixinhos.



Na volta, a co-piloto estava cansada e desistiu da trilha. Ai tivemos que pegar um barquinho, que foi bem legal também.


Para fechar o dia, fomos conhecer o restaurante Van Gogh, que tem como especialidade hamburgueres artesanais. Acabei não tirando nenhuma foto do restaurante e muito menos do hamburguer, esse último porque não deu tempo pra pensar em foto, hehehe. Mas vou colar uma foto que roubei do link que coloquei.


Uma coisa, eu posso dizer, vem igualzinho a foto e é muito gostoso. Acho que nem preciso falar muito, a foto já é o suficiente para convencê-los.

Por hoje é só. Até o próximo post!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

PARATY-RJ / DIA 1 - PRAIA DO PONTAL

Viagens no fim de ano nem sempre são frutos de planejamento. Como na maioria das vezes são relativamente curtas, tando em distância quanto em período (tempo) acabo decidindo o que fazer pouco tempo antes, até porque o trabalho, na maioria das vezes, não permite saber se será possível ou não fazer o passeio.

Essa não foi muito diferente. Decidi na última hora, aprontei a moto e peguei a estrada junto com minha co-piloto (Paty).


O caminho mais curto era de aproximadamente 500km. Saí por volta de 4:30 da manhã de segunda-feira.


Só que chegando perto de Três Rios, a co-piloto indicou que o caminho correto era por Petrópolis. E como meu senso de direção já tinha me traído algumas vezes, acabei seguindo a orientação dela. Acabamos dando uma volta danada e gastando algumas horas a mais. Não foi de todo ruim, porque a serra é muito legal mas foi bem cansativo. Pelo menos, ela não vai buzinar no meu ouvido quando eu errar o caminho da próxima vez, hehehe.


Chegamos em Paraty por volta de 15:00 e fui conferir a praia e o centro histórico. Detalhe, fiquei hospedado em um hostel de frente para a praia por um precinho bem bacana, ficou em R$39,00 a diária por pessoa. Mas hostel é hostel, não vai achando que é mil maravilhas.



Como estava muito cansado, não saí durante a noite. Comi na lanchonete do hostel e caí na cama. No próximo poste tem mais detalhes sobre a cidade e suas atrações.