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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

FAÇA VOCÊ MESMO #02

No ultimo post sobre as peças que eu fiz, falei sobre os protetores de radiador para a Shadow. Alem dessas, cheguei a rascunhar algumas peças como comando avançado, suporte lateral de placa e projetei esse escape serrado.



Infelizmente não deu para produzir as peças, principalmente por falta de tempo. Mas com certeza foi um ótimo aprendizado. E se você meu amigo, ficou com vontade de fazer alguma coisa por sua conta, vai fundo. É muito gratificante, quando se faz algo que gosta. Mesmo que não saia do jeito que planejou e dê tudo errado, ainda assim vai ser uma experiência nova. Se quiser mais detalhes sobre os desenhos do protetor ou do escape me mande um e-mail.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

FAÇA VOCÊ MESMO #01

Acho que nunca comentei por aqui, mas tenho formação no Senai como Mecânico de Usinagem (que engloba tornearia, fresagem e ajustagem), Técnico em Manutenção de Máquinas e especialização em software para projetos mecânicos (área em que trabalho há mais de 5 anos). Então eu tenho uma ligação muito forte com a mecânica e fabricação de peças.

No período que fiquei com a Shadow, deu pra tirar algumas medidas e fazer esse protetor de radiador. Fiz o desenho em AutoCAD, cortei, dobrei, soldei e depois foi só mandar para um conhecido meu cromar (esse pode ser um problema, mas se não tiver como cromar pode fazer em chapa inox, por exemplo).




Depois que vendi a moto, anunciei a peça no Mercado Livre. Um dos interessados perguntou se não teria a possibilidade de fazer um com desenho exclusivo. Topei o desafio e fiz um protetor para o gremista Ricardo.


E aparentemente ele ficou muito satisfeito com a peça.

"O vendedor se superou montou sob medida e de forma exclusiva este produto para mim é um pessoa fora de série, recomendo a todos que querem peças exclusivas"

Disse na qualificação do Mercado Livre.

Depois disso não fiz mais nenhum, até porque não fica barato fazer uma peça dessas principalmente por se tratar de um processo todo artesanal, desde o desenho até o acabamento.

Já o protetor que fiz para a minha moto, ainda está a venda. Para comprá-lo é só acessar o link. Faça uma pergunta falando que viu o post aqui no blog que eu faço um preço especial.

terça-feira, 21 de julho de 2015

BARBADOS VLOG / REVIEW TÉNÉRÉ 250

Pessoal, o post e hoje é para divulgar o primeiro vídeo do canal do Barbados.


Se gostaram, deem um joinha lá e se inscrevam no canal. Ai vou ver se continuo fazendo.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

TCHAU SHADOW.... VEM TÉNÉRÉ

Depois de passar alguns perrengues com a minha Shadow, decidi vendê-lá pois não conseguia sair sem pensar o que ia dar pau durante a viagem. Ela acabou dando todo tipo de problema que poderia dar, o que não teria acontecido se eu tivesse mais conhecimento sobre a moto no momento da compra. Se eu me arrependo de ter comprado? Não! Apesar dos problemas, ela me proporcionou bons momentos. E mesmo que eu tivesse o conhecimento básico para avaliar melhor a situação, na época eu teria comprado uma Shadow mesmo assim. Talvez teria comprado uma moto que não viesse a dar nenhum problema e podeira estar com ela ainda, mas vai saber...

Ainda continuo tendo um grande apreço por esse modelo, mas é tempo de mudança. E talvez... não, provavelmente eu terei outra custom. Mas por hora decidi por comprar a Ténéré 250.


 Apesar de serem motos com propostas totalmente diferentes, ela é um modelo que me agrada em relação ao que temos nessa faixa de cilindrada atualmente no país. Vai me atender bem no dia-a-dia, e também em viagens. Assim não vou ter necessidade de manter a CGzinha (que está a venda / já foi vendida) em casa, podendo ficar com uma moto só.

Ainda não tive oportunidade de viajar na Ténéré, mas nessa primeira semana que estou com ela já deu pra perceber algumas coisas. Vou colar o que eu escrevi nos fóruns Ténéré Club e Motos Custom

Posição de pilotagem é bem diferente, mantém a coluna ereta e não tem mais nada socando nos rins, dá pra passar nos 87 quebra molas que tem em Guidoval sem sofrimento nenhum. O banco é bem ruim mesmo, conforme já havia lido antes de comprar.

O motor é bem esperto e me surpreendeu. Tem uma boa retomada a partir dos 60km/h em 5° marcha. Não é torcudo como o da Shadow (é até sacanagem fazer essa comparação), mas atende muito bem. O escalonamento do motor não tem a mesma macies da Shadow, mas isso é característico desse motor Yamaha. Vou me acostumar com ele.

A bolha ajuda e muito. Na Shadow (não tinha bolha) e quando chegava nos 120km/h parecia que ia voar da moto. Dei uma esticada até 130km/h com a Ténéré e não senti vento nenhum. Muito agradável.

O freio dianteiro é realmente muito "ruim", borrachudo e merece um aerokip. O traseiro até que atende bem, isso em circunstâncias normais pois se o dianteiro não segurar e tiver que acionar o traseiro bruscamente ele trava fácil. Assim que possível vou por pelo menos o aerokip na frente.

O farol é muito melhor, não dá nem pra comparar com o da Shadow, que é muito pequeno.



Assim que viajar nela posto qual foi a minha impressão em relação a conforto e desempenho.

domingo, 15 de março de 2015

SHADOW 600 - REVISÃO

Se você esta pensando em adquirir uma Shadow, sugiro a leitura destes posts aqui e aqui. E caso você tenha comprado uma recentemente, pesquisou muito antes de comprar, leu várias informações no fórum Motos Custom, se não leu, vai lá. Tem muito cara que saca de Shadow e de outras custom também, eu aprendi muita coisa lá. Mas voltando ao foco, a Shadow é uma moto e tanto, tem um puta motor e mecânica confiável, mas se não tiver certos cuidados pode causar algumas dores de cabeça.

Faça uma revisão geral na moto, mesmo que o antigo dono fale que a moto está impecável e não tem nada pra fazer. Só se a moto for de alguém conhecido e você saiba qual o real cuidado ele tinha com ela, pode deixar uma geral para depois.

Deve-se verificar:

-Sistema de combustível: O sistema de alimentação de combustível da Shadow é uma das coisas que mais gera polêmica. Quem já pensou em adquirir a moto, com certeza já ouviu falar da bendita "bomba relógio" que ela tem, que provoca incêndios, mata milhões de pessoas hahaha.


Não é bem assim. O que acontece na maioria das vezes é que a pessoa compra a moto e não verifica nada. Como qualquer peça, a bomba também tem uma vida útil, que pode variar de 5 até uns 10 anos, dependendo do uso e cuidado que se tem com ela. No final da vida útil a bomba começa a apresentar um aquecimento fora do normal, e isso auxiliado a mangueiras ressecadas que nunca foram trocadas, filtro de combustível entupido, ai aparece um vazamento e kbum. Está feita a merda!

Nas motos que foram produzidas até 2002 (carburação dupla), a bomba tem certa importância. Depois de 2003 eles mudaram pra um carbura só e colocaram uma bomba de diafragma, se não me engano. Ai já não sei falar quais podem ser os efeitos. Mas no caso da Shadow com 2 carburas, a retirada da bomba, além de diminuir a autonomia, que já não é grande, pode deixar os cilindros encharcados o que pode provocar até uma trinca no cabeçote, pode provocar calço hidráulico também. Então eu acho que mesmo sendo uma opção polêmica e relativamente cara continuaria com a bomba, lógico que depois de trocar tudo que estivesse ruim.


-Acelerador e afogador: Ajustar se houver necessidade;

-Filtro de ar: Se não souber a procedência, troque. Tem muita gente que faz adaptações com o filtro de ar da Shadow. É filtro de Corsa, Bros, CG Titan e por ai vai. Mesmo tendo um custo relativamente maior, o filtro original é mais garantido. Vai que fica alguma abertura na adaptação, ou um pedaço do silicone que foi usado pra vedar o filtro cortado se solte e vá parar dentro do motor. Ai é mais uma merda pronta. Sei que vai ter gente que fez a adaptação e não teve problema nenhum e vai dizer que eu estou equivocado, mas essa é minha opinião.

Uma alternativa são os filtros laváveis da K&N, esse sim seria o final dos problemas. Troca de filtro nunca mais! Mas como nunca fiz essa troca e não conheço ninguém que tenha feito, não tenho como opinar.


-Velas de ignição: Trocar se houver necessidade. A Shadow utiliza as mesmas velas da CG Titan.

-Folga das válvulas: A verificação das folgas das válvulas tem certa importância, principalmente quando não se tem conhecimento de quem mexeu na moto antes. Eu mesmo cheguei a andar com a minha Shadow com as válvulas presas durante um tempo sem saber, isso por falta de conhecimento do primeiro "mexânico" que levei ela, que sequer conferiu as folgas (que estavam igual de CG) durante a primeira revisão que eu fiz. Depois de penar um pouco, levei em outro mecânico (Framir Motos - VRB) que manja muito de motos grandes. Ele sim acertou a moto!

-Óleo e filtro de óleo: Efetuar troca na revisão e periodicamente de acordo com quilometragem ou tempo que o óleo ficar no motor (na moral, cara que deixa a moto parada por mais de 6 meses tem que apanhar). O manual orienta a troca a cada 6000 km, mas eu troco o óleo a cada 3000 km e o filtro a cada 6000 km.


-Carburadores: Faça uma limpeza completa nos carburas. A equalização dos carburadores deve ser feita somente se a moto apresentar um consumo muito abaixo da media (alto consumo pode ter outras causas), caso contrário não mexa no que não precisa. Pode ser pior.

-Sistema de arrefecimento: Verifique as mangueiras, bomba, ventoinha e termostato. Se estiver tudo funcionando normalmente faça a troca do fluido na revisão e periodicamente de acordo com o manual.


-Kit transmissão: Trocar se estiver com desgaste excessivo.

-Sistema de freios: Verificar o disco para ver se não há empenos, sistema hidráulico do freio dianteiro e trocar o que estiver desgastado (óleo hidráulico, pastilhas e lona de freio). Ajuste do burrinho de freio se necessário.

-Sistema elétrico: Verificar se não ha nenhum fio quebrado ou rompido, fusíveis, lâmpadas, bateria, retificador de bateria. Por falar em bateria, a original da Shadow é comum (com ácido), o que requer um certo cuidado em relação a manutenção. Se estiver funcionando pode mantê-la, caso contrário aconselho a troca pela bateria de gel. A da XT660 serve perfeitamente, mas tem que ser instalada com os polos invertidos.

-Suspensão: Verifique se não existem folgas e vazamentos de óleo.


-Rodas: Verificar se não há empenos e fazer o balanceamento quando necessário.


Todo veículo necessita de manutenção, e mesmo após uma revisão completa podem aparecer novos problemas, não por negligência durante a revisão, mas por que a peça ou o que deu problema chegou no final da sua vida útil. Vou deixar aqui o manual de serviços, para quem quiser fazer o download.

domingo, 1 de março de 2015

VAI COMPRAR UMA MOTO USADA? OPS, UMA SHADOW? #02

Continuando o último post sobre a compra de uma moto (Shadow) usada, seguem as dicas sobre o que se deve verificar antes da compra.

Peculiaridades

- Ventoinha do radiador: Faça o teste desconectando o fio do termostato (cebolinha) do radiador e com a moto desligada mas com a chave de ignição em ON encoste o fio na carcaça do termostato. Se a ventoinha armar, está ok. Se não, o problema pode estar na parte elétrica.




- Radiador: Veja se está em perfeitas condições e se não há vazamentos. Deixe a moto aquecer até armar a ventoinha (se não armar com o aumento de temperatura e ela funcionou normalmente no teste, o problema pode ser o termostato). Coloque a mão próxima ao radiador pela parte de fora dele; se ele estiver aquecido é sinal que o sistema de arrefecimento está funcionando bem. Caso contrário, pode ser problema de entupimento nas mangueiras ou falta de fluido.



A verificação do nível de fluido deve ser feita com a moto na temperatura normal de trabalho e na posição vertical. O ideal é entre a marca superior e inferior. Se estiver acima não tem problema, pois o reservatório de expansão elimina todo o excesso por um ladrão, e se estiver abaixo deve ser completado.



- Bomba d'água: Fica do lado esquerdo do motor na parte de baixo. Leve um paninho para limpar em volta da bomba retirando qualquer excesso de óleo e veja se não há nenhum vazamento aparente. O fluido normalmente é esverdeado.



Outra coisa que eu pensava que poderia me ajudar é levando um mecânico pra olhar a moto. Se for aquele mecânico seu amigo que está acostumado a mexer em CG, ele pode até ir junto, mas não espere muita coisa. Se quer levar alguém com um conhecimento mais técnico e prático, procure alguém que realmente entenda da moto, mesmo que você não o conheça. Procure indicações e leve um cara profissa. A Shadow é uma senhora moto, mas necessita de cuidados.
Todas essas medidas podem ser feitas facilmente, vão demorar no máximo 1 hora, e vão lhe ajudar definir se a moto em questão realmente vale a pena. E tente evitar toda a empolgação e ser bem criterioso.

Agora, itens como óleo, filtro de óleo e filtro de ar não tem como saber a real situação somente com uma inspeção visual, então, se você comprou a moto leve para a revisão e faça a verificação desses itens e de todo o resto da moto. Mas vou deixar o assunto da revisão para outro post.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

VAI COMPRAR UMA MOTO USADA? OPS, UMA SHADOW? #01

Quando o assunto é a compra de uma motocicleta usada, são necessários alguns cuidados básicos para qualquer moto, e alguns peculiares em relação a Shadow.
Vou falar um pouco sobre cada um deles, começando pelos básicos e sobre os peculiares no próximo post.


Básicos

Verificação do estado dos pneus, kit transmissão e pastilhas de freio são necessários. Tendo os valores médios dessas peças e caso as mesmas estiverem no final da vida útil, é possível tentar dar uma renegociada no preço, lógico que isso depende muito da capacidade de persuasão do cliente x vendedor. Ainda dentro dos básicos outras verificações pertinentes são:
- Suspensões: Se não estão macias demais e dando fim de curso.
- Coluna de direção: Se não há nenhum calo ou folga. Isso é feito movimentando o guidom para os dois lados com a moto parada e soltando as mãos ligeiramente com ela em movimento pra ver se não está pesado ou puxando de lado. (esse ultimo pode ter outras causas como chassi empenado e rodas desbalanceadas).
- Escapamento: Se estiver saindo uma fumaça branca, sai fora porque esse motor precisara ser retificado em breve.
-Ruídos: Procure ouvir o som do motor ligado com a moto parada e em movimento e para isso procure fazer o "test ride" em um local que não tenha tráfego intenso.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

LAMBARI-MG / DIA 4 - BACK HOME

Voltamos pela BR-267, que vai de Caxambu até Juiz de Fora.


A rodovia é muito bonita e bem cuidada. Só não tem muitos pontos de abastecimento ou qualquer outro ponto de parada, então ficar quebrado ali não é boa ideia. Fiquem com algumas fotos e até a próxima.






segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

LAMBARI-MG / DIA 3 - ARMAZÉM DAS ARTES

Para encerrar o passeio por Lambari fomos dar uma volta no lago.



Quando estávamos indo embora a Paty lembrou que do outro lado tinha visto um barzinho. O LK Armazém das Artes é um ateliê que serve alguns pratos gourmet, e todas as peças da decoração são artesanais e estão a venda.


Local super agradável e aconchegante, mas se for lá ao entardecer é melhor sentar na parte interna, caso contrário, leve um repelente porque tem mosquito demais do lado de fora.

A comida é um caso a parte e dispensa comentários. E apesar de tem um valor um pouco mais elevado, se comparado com outros locais vale muito a pena.



A Paty gostou tanto de lá, que nem queria ir embora nunca mais. Por ela nós montávamos uma barraca no quintal a lá ficava...

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

LAMBARI-MG / DIA 3 - CAXAMBU

Caxambu fica há alguns quilômetros de Lambari e também faz parte do circuito das águas virtuosas. Saímos cedinho como de costume e por volta de 8:00 agente já tinha chegado.


Assim como Lambari o forte da cidade é o turismo; é até mais forte do que em Lambari pra falar a verdade. Todos os pontos turísticos são muito bem sinalizados, então não tive que perguntar nada pra ninguém. Nunca vi uma cidade com tantas placas (melhor sobrar do que faltar).

Fomos direto até o Teleférico que fica situado em frente a rodoviária e leva até o ponto mais alto da cidade mais de 1000 metros acima do nível do mar.



O valor da entrada é R$15,00 se não me engano, lá em cima tem uma lojinha com souvenires e uma lanchonete. Você pode ficar lá quanto tempo quiser e depois desce.

Chegamos na fila e tinha umas crianças acompanhadas pelos pais, ai a Paty me fala: “ah, se esses meninos ai vão eu também vou...” Beleza então! Eu fui na frente e em seguida a Paty, que já ficou toda dura no negócio, parecia um pedaço de pau. Coitadinha, ficou tonta a ponto de cair lá de cima. Nem sei como ela conseguiu tirar algumas fotos. Então se você já tem medo de altura: NÃO VÁ!



Lá de cima dá pra ver a cidade toda.



Deu pra ver até a shadow no estacionamento da rodoviária usando o macro da câmera.



Na hora de voltar a Paty ficou com receio de passar mal e decidiu não descer. Ainda bem que tem uma rua que dá acesso ao morro pela parte de trás. Então lá fui eu, desci pelo teleférico.



Peguei a moto, dei a volta no centro da cidade e peguei a rua que leva ao morro. Então se você se interessar em subir no morro e tiver medo de altura, vá pela rua.

Voltando ao centro, fomos convencidos pelo Sr. Zé e seu cavalo Rivelino a fazer um passeio de charrete pelo centro. Cobrou R$15,00 também, apesar de alguns Charreteiros cobrarem até mais que o dobro desse valor.



Depois do passeio de charrete fomos até o parque, que é muito maior que o de Lambari, possui 12 fontes, SPA, piscina de águas minerais, lago com pedalinhos, quadras esportivas. A entrada é R$15,00 mas lá aceita a carteira de estudante.




segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

LAMBARI-MG / DIA 2 - PARQUE WENCESLAU BRAZ, CASSINO DO LAGO E ESTAÇÃO BAR

Saímos a tarde para conhecer mais um pouco da cidade. Fomos até o Parque Wenceslau Braz, que é muito utilizado por ciclistas, tanto turistas quanto nativos. Na entrada do parque tem um bicicletário, mas como fomos tarde já estava fechado. Uma curiosidade, que se eu não estivesse cursando engenharia passaria despercebido com certeza. Lá tem uma máquina muito antiga, que pra quem olha parece um trenzinho, mas na verdade é um compactador de pavimentos movido a vapor. Lógico que não funciona mais, e pra falar a verdade está até meio largado. Mesmo estando todo pintado apresenta muitos buracos provocados pela exposição ao tempo.


Mais algumas fotos do parque.



Como tudo lá no centro é muito perto, dá pra ir a pé em todos os locais. Do parque fomos até o Cassino, que está em reformas e será um museu.


O Cassino do Lago é uma obra prima do Engenheiro Américo Werneck, Prefeito e arrendatário da estância hidromineral de Águas Virtuosas no início do século XX. É um dos principais atrativos turísticos da cidade de Lambari e sua construção iniciou-se em 1909, com a inauguração em 24/04/1911. Foram importados da Europa: azulejos, ladrilhos, vasos sanitários e telhas. Sua decoração recebeu obras de arte chinesas e japonesas, além de quadros de Luis Teixeira que retratavam paisagens do Município. O Cassino do Lago compreende um conjunto arquitetônico eclético com características neoclássicas. O prédio passou por cinco reformas, sendo a última em 1998, que descaracterizou várias áreas internas, mas manteve a originalidade de sua fachada. Após essa última reforma, o prédio foi tombado municipalmente, no ano de 2000, e em 2002 teve seu tombamento reconhecido pelo IEPHA.


Ficamos observando o castelo até anoitecer e vimos essa árvore de LEDs que está no lago (devia ser por causa do Natal), mas estava bonito.


Pra fechar o dia procuramos um barzinho, que é bem famoso lá. O Estação Bar, então lá fomos nós. Fica muito perto da pousada também, deve ser uns 5 minutos andando.


O bar tem a mesma levada que o Dellano Rock Bar aqui de Ubá. Decoração legal, lugar pequeno e quente, fica muito cheio, demora um pouco pra ser atendido, mas tem rock tocando, cerveja gelada e caipirinha boa.