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terça-feira, 1 de maio de 2018

TÉNÉRÉ - FUNCIONAMENTO DA INJEÇÃO E TROCA DAS PASTILHAS

Em outubro do ano passado havia postado que a Ténéré estava apresentando problemas na injeção. De lá pra cá foram duas intervenções no sistema sem sucesso. A moto tinha dificuldade na partida, não mantinha a baixa rotação constante e transitar dentro da cidade estava impossível devido à essa variação. Sem contar o fato que em dias de chuva era parar no sinal que a moto morria.

Acabei ficando muito insatisfeito pelo serviço prestado pelo mecânico anterior e acabei procurando outra oficina através do meu amigo Bolinha. O  Júlio é o mecânico responsável pela preparação da moto de trilha do Bolota e foi só eu explicar o problema que ele me passou tudo que tinha de ser feito. Limpeza de todo o sistema de injeção, troca dos reparos, ajuste das válvulas, limpeza do filtro de ar (nesse aqui ele me ganhou) e teste de funcionamento.

Deixei a moto lá na segunda a noite e na terça já estava pronto. Além da manutenção do sistema foi necessário trocar o cachimbo de vela (que estava dando juga de corrente) e o Júlio disse para tirar o cabo ibooster imediatamente, pois ele não trás vantagem alguma.


Além disso foram trocadas as pastilhas de freio dianteiras/traseiras e lâmpada de freio.


Abaixo os valores das peças e serviço.

-Cachimbo de vela NGK: R$70,00
-Pastiha freio diant/tras Corbeg: R$90,00
-Lâmpada freio: R$4,00
-Ajuste injeção: R$50,00

Não foi nenhum valor absurdo e a moto voltou ao normal. Depois de um bom tempo deu pra sentir o motor 250cc da Yamaha novamente. Obrigado à equipe da Moto Garra, e como disse ao Jean vocês ganharam um novo cliente.

sábado, 3 de março de 2018

TÉNÉRÉ - KIT DE TRANSMISSÃO, PNEUS NOVOS E MAIS...

No último post que escrevi sobre a manutenção da moto falei do problema que o kit de transmissão paralelo vinha apresentando. No mês de janeiro, realizei a troca por um kit original Yamaha. Apesar da diferença de valor, acredito que vai valer a pena uma vez que não ocorra o mesmo transtorno. No final das contas, rodei quase 21 mil quilômetros com o kit (corrente, coroa e 3 pinhões) no intervalo de um ano.


Além do kit, algumas outras peças foram trocadas durante janeiro e fevereiro. A borracha que amortece as fibrações da pinça de freio foi uma delas.


Completando a lista temos, cabo de embreagem, lâmpada do farol (aproximadamente 28,3 mil quilômetros), pneu dianteiro (25 mil quilômetros), pneu traseiro (14,4 mil quilômetros), câmara de ar e fita do aro traseiro que havia trocado no final de 2016 (44,6 mil quilômetros). Os pneus continuam apresentando a vida útil dentro da média esperada. E vamos à relação de preços:

- Kit transmissão original (DID + Riffel): R$607,83
- Borracha freio dianteiro (Honda): R$30,00
- Cabo embreagem (Scud): R$30,00
- Lâmpada H7 (Philips): R$40,00
- Pneu dianteiro (Metzeler): R$245,00
- Pneu traseiro (Metzeler): R$285,00
- Câmara de ar e fita do aro (Pirelli): R$50,00

Deu para começar bem o ano né. Além das peças de reposição e manutenção teve IPVA, DPVAT e TRLAV que juntos somaram R$1764,25. Agora me diz, como que faz pra manter uma HD por exemplo, kkkkk!!

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

FOTOS DOS LEITORES #11

O primeiro post com as fotos dos leitores desse ano é na verdade mais um post do ano passado. As fotos foram enviadas pelo nosso maior colaborador, meu grande irmão Belli que dessa vez deu um rolê pela Florida. As fotos foram tiradas em Orlando e Miami. Tá fraco o menino?

Harley Davidson - Sportster 48

Harley Davidson - Sportster Iron

Harley Davidson - Customizada

Harley Davidson - Softail Heritage (Bagger)

Harley Davidson - Softail

Harley Davidson - V-Rod Muscle

Honda - Shadow (Bagger)

Harley Davidson - Softail

Kawasaki - Vulcan

Yamaha - XJ6

Yamaha - XJ6

Triumph - Speed Triple

Kawasaki - ZRX 1200



E ainda tem um brinde

Bugatti Veyron

E você, tem umas fotos legais? Manda pra cá que vai virar post.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

TÉNÉRÉ - UPDATE REVISÃO 80 MIL KM

Após a revisão verifiquei alguns problemas na moto e como havia escrito o post anterior sem fazer o uso rodoviário da moto não foi possível verificar nenhum problema.

Lembra do desgaste prematuro do pinhão e da corrente. Depois do ajuste fino feito na revisão, a transmissão começou a fazer muito barulho novamente. Voltei na oficina para verificar e haviam mais 3 elos partidos (no local da emenda que havia sido realizada anteriormente). O pinhão também sofreu a mesma deformação que o anterior, o que leva a crer que a corrente não é de boa qualidade como havia indicado anteriormente o meu próprio mecânico. E como prova do nível de conhecimento, ele entrou em contradição dessa vez, dizendo que "essas correntes com retentor não são boas, vivem dando esse tipo de problema. Não tem pinhão que aguente". Resumindo, tive que fazer outra emenda na corrente e acabei colocando outro pinhão novo (VAZ, que custou R$50,00) com o intuito de diminuir o barulho. O anterior, que já era uma substituição rodou ainda menos que o primeiro, apenas 7,8 mil quilômetros.


Vale ressaltar que o barulho chega a incomodar e é um dos primeiros sinais de problema, caso a corrente esteja bem regulada. Mas o principal problema provocado por esses elos quebrados é o aumento de tensões excêntricas provocadas na corrente durante o movimento. Com a rotação da transmissão e peso (piloto + carona) a corrente fica frouxa em determinados pontos e muito tensionada em outros, o que pode provocar até uma quebra e consequentemente aumentar o risco de uma queda. No meu caso, a pilotagem no asfalto ficou ruim pois o excesso de tensão fez com que a moto tivesse perda de potência já que precisava de mais energia no sistema de transmissão para manter-se em movimento. Com a troca do pinhão e substituição dos elos quebrados, a pilotagem melhorou um pouco e o barulho diminuiu, mas não ficou do jeito que deve. A intenção é fazer com que esse restante de kit dure pelo menos mais uns 10 mil quilômetros e realizar a troca por um novo kit original (importado).

Outro probleminha que percebi durante o uso rodoviário, foi que a frente da moto estava vibrando demais. Logo de cara o mexânico disse "é a caixa de direção que está bamba. Aperta ai fulano". Não resolveu e no outro dia decidi verificar a roda, afinal os raios haviam sido trocados e a roda poderia ter ficado empenada. E ela estava um pouquinho fora de centro, mas muito pouco, não o suficiente para fazer com que a moto vibrasse tanto. Nessa mesma verificação foi possível ver que o pneu estava muito mais excêntrico que a roda. E não deu outra, havia sido montado fora de centro em relação ao aro. De volta à oficina, o pessoal tirou, colocou, tirou de novo. Melhorou um pouco, mas ainda não está 100%. Esse é um problema que ainda não tive ideia de como resolver, afinal de contas o pneu ainda roda por um bom tempo e trocar ele agora não é uma opção. Quero ver se consigo levar a moto em outra oficina esse final de semana para tentar centralizar ele e resolver o problema da vibração.

E alguém me explica, como o cara desamonta a moto e não verifica nada desse tipo? Outra coisa que já me deixou puto anteriormente e foi negligenciado de novo. Os caras nem olham o filtro de ar. Pode estar todo preto, que eles nem tiram ele do lugar. Enfim, esse post vem como dica e desabafo ao mesmo tempo. Tá na hora de buscar uma oficina com mais qualidade.

No final das contas a moto não está tão redondinha assim, mas vamo que vamo!

sábado, 7 de outubro de 2017

TÉNÉRÉ - REVISÃO 80 MIL KM

Desde a última postagem sobre manutenção e reposição de peças da Ténéré, fiz algumas trocas e acabei não postando nada. Essa semana levei a moto para fazer uma revisão, afinal havia um bom tempo desde a última e a moto estava apresentando alguns bugs (na injeção eletrônica principalmente). Então vou fazer um update sobre as trocas anteriores e o que foi feito por ultimo.

01/04/17
Realizei mais uma troca do pneu traseiro com 68,5 mil quilômetros totais, sendo que esse pneu ficou um pouco abaixo da média já que troquei ele com 12 mil quilômetros. O valor se manteve o mesmo da última troca, R$300,00.

12/06/17
Após a troca do kit de transmissão, a moto começou a fazer um barulho estranho. Tinha rodado apenas 8,4 mil quilômetros e o pinhão ficou todo retorcido. Aparentemente o aço utilizado era de qualidade muito duvidosa ou não passou por processo de têmpera. Além disso, um dos elos da corrente ficou por um triz de partir. Nesse caso não sei dizer se o segundo foi consequência do primeiro, mas fato é que o pinhão teve que ser trocado. Estranho que já havia utilizado o pinhão da Vaz anteriormente e não tive problema.



Além da revisão aproveitei para trocar as pastilhas traseiras e colocar a substituir os raios da dianteira por 4mm. As pastilhas Fischer me surpreenderam, rodando mais de 22,6 mil quilômetros, mas o disco apresentou um certo aumento no desgaste em relação à última troca. Não sei dizer se a pastilha é mais dura, mas segundo o meu mecânico o desgaste está normal. Foram trocados também os rolamentos das rodas dianteira e traseira.



Fora as peças trocadas a moto está um reloginho. Vamos ver se a chegamos nos 100 mil sem nenhum problema.

sábado, 26 de agosto de 2017

FOTOS DOS LEITORES #10

Confesso que estava com saudades da seção fotos dos leitores. Tem quase um ano desde a última postagem, mas como sempre o meu brother Belli mandou umas fotos iradas da sua última viagem pela Europa. Não peguei com ele a localização de cada foto mas ele passou pela Alemanha, Hungria e Republica Tcheca.

Thanks man!

Kawasaki - Vulcan

Yamaha - XJ6F

Yamaha - Não conheço esse modelo, alguém pode ajudar?

Triumph - Speed Triple

BMW - GSR 1100

Honda - CB 500

BMW - GS 1200

Yamaha - Fazer 600

BMW - GS 1200

quinta-feira, 15 de junho de 2017

MOTO ELÉTRICA - SAROLÉA MANX7

Hoje em dia é inevitável não falar em sustentabilidade e consequentemente sempre ouvimos que os motores à combustão estão com os dias contados e que marcas icônicas como a Harley Davidson estão buscando novas tecnologias e maneiras de se inserir no mercado de motos sustentáveis. Não quero entrar no mérito de sustentabilidade com esse post, até por que é um assunto muito amplo. Então vou tentar me conter apenas nas motos, mas antes de falar da moto desse post algumas coisas devem ser esclarecidas:

1° Acho que temos que buscar viver de maneira sustentável, mesmo tendo ciência que sou falho nesse sentido em determinados momentos do dia. Não que seja uma desculpa, mas trabalhar no ramo da construção civil (principalmente aqui no Brasil) de forma sustentável é um puta desafio.

2° Apesar de os motores à gasolina contribuírem com a poluição (vale salientar que a poluição gerada pelas motos é muito pequena, perto dos outros automóveis movidos à combustíveis fósseis) um motor de uma Panhead ou uma 7 Galo tem um som que nenhuma outra moto (elétrica) vai conseguir reproduzir.

3° Essas motos (com índices de poluição mais elevados) tem uma mecânica e elétrica muito simples, o que nos permite realizar manutenções em casa. Em uma moto moderna e cheia de fios, isso é um pouco mais complicado.

Esses pequenos fatores pesam na hora de pensar de forma racional e emocional. E porque eu falei isso tudo se o assunto do post é uma moto elétrica? É que como apaixonado por motos clássicas às vezes a gente cria uma certa resistência com tudo aquilo que é novo. De certa forma não tão novo assim né. A Saroléa é uma marca belga que iniciou sua produção em 1850 e em 1901 já lançava sua primeira motocicleta com um motor de 247cc e que teve uma evolução até o início dos anos de 1950 (no site da empresa é possível ver a linha de tempo da marca) em que a marca ficou famosa por suas motos vencerem várias competições de velocidade daquela época. Em meados da década de 50 a economia pós guerra não era das melhores e a empresa teve que diminuir a produção e teve o encerramento de suas atividades em 1973. Recentemente (2008), a marca foi comprada por dois irmãos com o intuito de produzir motos 100% elétricas e de alta performance (desde então, participam do mundialmente famoso Tourist Trophy da ilha de Man com o modelo SP7).

Em 2015 a empresa lançou um modelo para a cidade inspirado na super bike SP7, a MANX7. Essa motoca foi o motivo desse post, em que apesar de eu (de certa forma) defender os motores à combustão me deixa entusiasmado com a possibilidade de em um futuro não muito próximo (essa é a realidade) podermos pilotar uma moto tão bacana como essa.



segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

DÚVIDA SOBRE QUAL MOTO COMPRAR

Hoje recebi uma pergunta em um post, cujo o tema sempre gera dúvidas nas rodas de bate-papo. O que é melhor, pneu com ou sem câmara?

A pergunta foi a seguinte:

" Bom dia
Cara to numa duvida cruel
Meu gosto por moto sempre foi as trail
Agora estou finalizando um consorcio em uma XRE 190
Mas fico pensando em passar para a cb twister, justamente pelo fator pneu sem câmara

O que acham ? "



Comecei a responder no próprio post mas acabei criando uma nova postagem, pois essa pode ser uma dúvida de outros leitores. Ao amigo que fez a pergunta, muito obrigado pela visita  e aqui vai a minha opinião.

Essa questão de gosto por tal modelo ou estilo é muito pessoal e acho que você tem que ver o que melhor atende as suas necessidades.

A compra de uma moto envolve sentimento, pelo menos é essa a maneira que eu vejo. Quando você acha um modelo que te faz dar aquela suspirada (e se você tem condições para fechar o negócio) não adianta ninguém dizer o contrário, vai ser aquela moto. O Bayer do ODC escreveu um post muito bacana há um tempo e acho que vale a leitura.

Sobre a compra da CB Twister ou da XRE, como você diz no começo que sempre teve uma queda pelas trail, segue isso. A questão de comprar uma moto que possua pneu com ou sem câmara não vai ter tanta influência assim no seu uso e os dois casos possuem vantagens e desvantagens sobre o tipo de pneus e rodas (raiada x liga) utilizados.

Espero que possa ter te ajudado e assim que a motoca chegar é só colocar ela pra rodar. Grande abraço e nos vemos nas estradas!

domingo, 29 de janeiro de 2017

NX650 DOMINATOR SCRAMBLER BY OCTOPUS SOUL BIKES (OSB)

Mais um projeto bacana por aqui. Uma scrambler com base em na NX650 Dominator. No Brasil esse modelo veio somente por importação e o mais próximo dela que tivemos aqui foi a conhecida NX350 Sahara.






A customização ficou simples e bem dentro daquilo que pretendo ter/fazer um dia. Quem sabe a Sahara não seja um bom modelo de partida para esse projeto.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

TÉNÉRÉ - TROCA DO KIT DE TRANSMISSÃO

Tinha um tempo que estava andando com a relação nas últimas. Até viajei no final de ano com certo receio, mas acabei deixando pra fazer a troca depois. Até o momento rodei pouco mais de 35.000 quilômetros na Ténéré totalizando quase 64.000 e tudo isso com a corrente e coroa originais. A única peça que troquei foi o pinhão, quando a moto estava com 42.000 quilômetros por desgaste natural. Isso mostra que se for feita limpeza e lubrificação da maneira correta, um kit pode ter uma ótima durabilidade.

O pinhão da Vaz que havia colocado teve um bom desempenho, mas cheguei ao seu limite. A corrente já não estava legal e a coroa até que ainda poderia rodar mais um pouco.


No kit novo, optei por colocar a coroa e pinhão da Vaz e corrente com retentor da KMC. O kit original usa coroa e pinhão da Riffel e corrente da D.I.D. japonesa. Andei lendo em alguns fóruns que as correntes da D.I.D. vendidas aqui no Brasil não possuem a mesma qualidade e como os meus conhecidos que fazem trilha falam muito bem da KMC resolvi experimentar. Afinal, se aguenta trilha tem que aguentar o barbudo aqui né.



Como sempre tenho colocado os preços das peças aqui lá vai:
- Coroa e pinhão (Vaz): R$140,00
- Corrente c/ retentor (KMC): R$175,00

Fiz a troca, fui dar uma volta e que diferença, viu. Parecia outra moto. Agora é manter os cuidados com limpeza e lubrificação e me preocupar com isso só daqui alguns milhares de quilômetros.

terça-feira, 8 de novembro de 2016

XT660 SCRAMBLER BY OLD EMPIRE MOTORCYCLE

A cada dia surgem mais e mais projetos fodásticos em cima de motos que as vezes nem pensamos que daria tão certo. A XT660 é uma puta moto, quem já andou sabe do que eu tô falando. E em cima dessa pegada retro dá ainda mais vontade de ter uma.


Temos que dar os parabéns à galera da Old Empire pela criatividade e simplicidade dessa moto. Acho que não preciso falar muita coisa. Só o vídeo é suficiente.

sábado, 29 de outubro de 2016

FOTOS DOS LEITORES #09

Pra quem achou que a seção tinha sido fechada, tá mais um aí. Acho que já falei isso antes, mas o que mais gosto é que sempre quem me manda as fotos não sabe muito sobre motos, não anda e as vezes nem gosta. Só tiram as fotos porque lembram de mim e isso é legal pra caralho.

Dessa vez quem tirou as fotos foi a Paty, minha companheira de viagem. Mas que não é viciada em motos e só lê o blog porque eu obrigo ela pra ter alguns acessos a mais (brincadeira, haha). Obrigado Paty pelas fotos e pelo companheirismo nesses anos.

Olha as motocas ai...

Drafa - Horizon  / Belo Horizonte

Triumph - Bonneville Street Twin  / Belo Horizonte

E ainda teve uns carrinhos de lambuja. Não sei os modelos então se algum dos leitores puder ajudar.