E um dia desses eu fiz um desavio pra ele. Escrever um poema falando sobre cerveja e da minha parte transformar os versos dele em uma receita da Stone Brothers junto com o Diego.
Segue o poema:
Poema ébrio
Uma cerveja gelada
verte e vai ser comunhão
da boa e velha risada
que bons amigos se dão
louva a loucura lembrada
causa a saudade e então
sensibiliza a jornada
salva se não se está são
chamam-na assim camarada
e só não entende quem não
sorve por trás da cevada
contentamento e canção
ceifa sem hora marcada
sela a celebração
brinda por tudo e por nada
rima com esporte bretão
cerva de crivo certeiro
cumpre a sina servil
vai batucar no terreiro
e tem sabor de brasil.
Paulo Vitor, muito obrigado por ter aceitado o desafio e escrever de forma tão singela o que esse líquido representa pra gente. Agora é criar uma receita que represente tudo o que ele escreveu e que possa transmitir a palavra a cada gole.



