Um dia desses estava conversando com um amigo sobre a volta da KTM pro país, e seu posicionamento em relação às motos de baixa e média cilindrada, com o lançamento das Duke 200cc e 390cc.
Na expectativa inicial de ter um preço competitivo no mercado olhando o valor dela lá fora, com certeza seria uma ótima opção. Mas isso já caiu por terra mesmo antes do anúncio do valores reais, já que a 200 deve ficar com o preço entre os valores da CB300 e Ninjinha 300, e a 390 entre os valores da Ninjinha 300 e CB500F. Mesmo com a atual situação econômica do país, ainda vai ter gente pagando valores abusivos, mas vamos aguardar e quem sabe não tenhamos uma grata surpresa, pois se ela vier com um preço competitivo tem tudo pra vender muito.
Deixando a parte financeira de lado, a moto é muito bonita tem a mesma tecnologia e acabamento que suas irmãs maiores. Motor de 199,5cc, 6 marchas e refrigeração líquida, suspensão dianteira invertida e pró-link na traseira.
E pra quem não é muito fã das nakeds, olha só essa scrambler feita pela Studio Motor da Indonésia, onde a moto já é vendida.
terça-feira, 31 de março de 2015
quinta-feira, 26 de março de 2015
SOL PREMIUM
Já tem algum tempo que bebi a Sol pela primeira vez. É uma cerveja mais fraca, pra não dizer aguada, mas é bem refrescante e cai bem em um dia quente. Tem baixo teor alcoólico, pouca formação de espuma e lúpulo quase imperceptível.
Graduação Alcoólica: 4,30% vol
Tipo: Pilsen
Marca mexicana, mas que já é fabricada no Brasil tem um tempo.
O nome da cerveja está relacionado ao seu processo inicial de produção. A caldeira de cobre onde a cerveja era preparada ficava sob um telhado com um buraco - batizado de "La Apertura del Sol" (A Abertura do Sol), o qual permitia a passagem dos raios solares ao meio-dia. A luz, ao atravessar a fenda do telhado, dava início ao processo de fermentação de cerveja, surgindo daí o nome Sol.
Esta semana passei no mercado pra comprar umas cervejas, ai tinha algumas caixinhas de Sol na "promoção" e junto com a caixa vinha esse abridor.
Vou sortear o abridor com os leitores aqui do blog. Deixem os comentários com o nome e endereço de email, e se quiser escrever qualquer outra coisa pode também. Semana que vem falo quem ganhou, isso se alguém comentar.
Graduação Alcoólica: 4,30% vol
Tipo: Pilsen
Marca mexicana, mas que já é fabricada no Brasil tem um tempo.
O nome da cerveja está relacionado ao seu processo inicial de produção. A caldeira de cobre onde a cerveja era preparada ficava sob um telhado com um buraco - batizado de "La Apertura del Sol" (A Abertura do Sol), o qual permitia a passagem dos raios solares ao meio-dia. A luz, ao atravessar a fenda do telhado, dava início ao processo de fermentação de cerveja, surgindo daí o nome Sol.
Esta semana passei no mercado pra comprar umas cervejas, ai tinha algumas caixinhas de Sol na "promoção" e junto com a caixa vinha esse abridor.
Vou sortear o abridor com os leitores aqui do blog. Deixem os comentários com o nome
segunda-feira, 23 de março de 2015
sexta-feira, 20 de março de 2015
terça-feira, 17 de março de 2015
YAMAHA XJR 1300
Apresentada no final do ano passado no Salão de Colônia - Intermot a nova XJR1300, vem seguindo a tendência Café Racer.
Assim como sua antecessora XJR1200 (que foi fabricada de 1995 até 1999, e posteriormente passou para 1300) ela não deve vir para as terras tupiniquins. Lançada somente para o mercado europeu, poucas unidades da 1200 e 1300 foram importadas para o país. Eu particularmente nunca vi nenhuma .
Além da versão normal, foi lançada a versão Racer, que recebeu semi-carenagem frontal em fibra de carbono, assim como nos pára-lamas e semiguidões.
Com motor DOHC refrigerado a ar de 1251cc, é capaz de gerar 97,7cv a 8000RPM e 11,1kgf.m de torque a 6000RPM. Suspensão dianteira com 130mm de curso e traseira com 120mm. Os freios são disco duplo de 298mm na dianteira e disco simples de 267mm na traseira. O modelo está disponível nas cores Power Blue, Matt Grey e Midnight Black.
A meu ver o modelo ficou bem acertado, possui bom acabamento, e pro mercado europeu tem um bom custo x benefício. Se viesse pro Brasil ficaria na casa dos R$40.000,00 ou mais, e ainda assim teria gente pagando de bom grado.
Outra coisa interessante foram os acessórios que a Yamaha disponibilizou de fábrica, para quem tiver interesse em fazer algumas modificações de "coxa". Eles vão de piscas de LED, alforges, slider e até essa ponteira da grife Akrapovic.
Assim como sua antecessora XJR1200 (que foi fabricada de 1995 até 1999, e posteriormente passou para 1300) ela não deve vir para as terras tupiniquins. Lançada somente para o mercado europeu, poucas unidades da 1200 e 1300 foram importadas para o país. Eu particularmente nunca vi nenhuma .
Além da versão normal, foi lançada a versão Racer, que recebeu semi-carenagem frontal em fibra de carbono, assim como nos pára-lamas e semiguidões.
Com motor DOHC refrigerado a ar de 1251cc, é capaz de gerar 97,7cv a 8000RPM e 11,1kgf.m de torque a 6000RPM. Suspensão dianteira com 130mm de curso e traseira com 120mm. Os freios são disco duplo de 298mm na dianteira e disco simples de 267mm na traseira. O modelo está disponível nas cores Power Blue, Matt Grey e Midnight Black.
A meu ver o modelo ficou bem acertado, possui bom acabamento, e pro mercado europeu tem um bom custo x benefício. Se viesse pro Brasil ficaria na casa dos R$40.000,00 ou mais, e ainda assim teria gente pagando de bom grado.
Outra coisa interessante foram os acessórios que a Yamaha disponibilizou de fábrica, para quem tiver interesse em fazer algumas modificações de "coxa". Eles vão de piscas de LED, alforges, slider e até essa ponteira da grife Akrapovic.
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