segunda-feira, 18 de setembro de 2017

BEER PACK #02

O segundo Beer Pack trouxe 4 cervejas da Cervejaria Gauden. O projeto que recebeu o nome de Moon Hops teve cada cerveja produzida durante uma fase da lua. Um detalhe interessante é que todas utilizaramm o lúpulo Equinox, mesma lupulagem (incluindo dry-hopping), mas são quatro receitas totalmente diferentes.

Moon Hops Cheia


Graduação Alcoólica: 6,20% vol
Tipo: White IPA
Volume: 355ml
Cerveja de coloração amarelo dourado e translúcido. Creme branco de média formação e que persiste. Aroma frutado com notas cítricas. Sabor maltado com notas frutadas e amargor moderado que persiste no aftertaste. Corpo e carbonatação médios.

Um pouco de história sobre o estilo: Os cervejeiros artesanais americanos desenvolveram o estilo como uma cerveja sazonal do final do inverno e início da primavera para atrair tanto os bebedores de IPA como os de Witbier.

Moon Hops Crescente


Graduação Alcoólica: 5,50% vol
Tipo: Amber Lager
Volume: 355ml
Cerveja de coloração amarelo escuro, com creme de boa formação e duração. Aroma maltado e frutado. Sabor com notas de malte e amargor equilibrado que conferem boa drinkability. moderado que persiste no aftertaste. Corpo e carbonatação médios.

Moon Hops Minguante


Graduação Alcoólica:
Tipo: Specialty IPA
Volume: 355ml
Cerveja de cor acobreada, creme claro de média formação e boa duração. Notas cítricas presentes no aroma e no sabor, com corpo médio e amargor bem inserido proporcionando boa drinkability.

Moon Hops Nova


Graduação Alcoólica: 6,00% vol
Tipo: Black IPA
Volume: 355ml
Cerveja de coloração escura com nuances ruby. Creme beje de boa formação e duração. Aroma com notas cítricas e malte torrado bem suave. Sabor com notas frutadas e malte torrado muito distante. Corpo médio a alto e carbonatação média.

sábado, 2 de setembro de 2017

sábado, 26 de agosto de 2017

FOTOS DOS LEITORES #10

Confesso que estava com saudades da seção fotos dos leitores. Tem quase um ano desde a última postagem, mas como sempre o meu brother Belli mandou umas fotos iradas da sua última viagem pela Europa. Não peguei com ele a localização de cada foto mas ele passou pela Alemanha, Hungria e Republica Tcheca.

Thanks man!

Kawasaki - Vulcan

Yamaha - XJ6F

Yamaha - Não conheço esse modelo, alguém pode ajudar?

Triumph - Speed Triple

BMW - GSR 1100

Honda - CB 500

BMW - GS 1200

Yamaha - Fazer 600

BMW - GS 1200

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

EDELWEISS - WEISSBIER-HEFETRÜB

A Edelweiss é uma cerveja de trigo feita a partir de ingredientes e água pura dos alpes austríacos. É fabricada pela Kautenhausen, cervejaria com mais de 530 anos de tradição.


Graduação Alcoólica: 5,50% vol
Tipo: Weizenbier
Volume: 500ml
Apesar de ter servido em um copo caldereta (o ideal é o weizen), apresentou coloração alaranjada e creme claro de boa formação e duração. Aroma de banana, cravo, pão e fermento que são caraterísticos no estilo. Sabor frutado, com nuances de especiarias.

sábado, 19 de agosto de 2017

BACKER - JULIETA

A Cervejaria Backer deveria ser motivo de orgulho para todos os mineiros. Há quase vinte anos no mercado, não se vendeu para os montes de dinheiro da Ambev e sempre lança cervejas premiadas. A cerveja desse post não é um lançamento, mas recebeu duas medalhas ano passado (bronze no best of show experimental e ouro na categoria fruit beer no festival brasileiro de cervejas).


Graduação Alcoólica: 4,80% vol
Tipo: Fruit Beer
Volume: 600ml
Cerveja de coloração avermelhada, creme branco de média formação e que baixou rápido. Aroma frutado que remetem a morango e cereja. Corpo baixo, com dulçor e sabor de frutas vermelhas e acidez marcante. Retrogosto ácido e azedo, frutado e amargor suave. É um estilo que não me agrada muito (IPA lover detected), mas é uma boa cerveja.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

BESTEN

Hoje tirei a noite para escrever e deu para tirar alguns posts que estavam super atrasados. Esse das cervejas Besten tem mais de 5 meses que era pra eu ter escrito e acabei postergando. Se não me engano foi a última vez que estive no bar do Dellano (aliás, estou devendo algumas Stone Brothers pra ele).

Besten Uaiss


Graduação Alcoólica: 4,80% vol
Tipo: Weizenbier
Volume: 300ml
Cerveja que apresentou coloração clara e condizente com o estilo, porém estava contaminada. Off flavor de pano sujo e sabor horrível. Pode acontecer com qualquer um e espero experimentá-la novamente em um lote bom.

Besten Black Choc Chilli Peppers


Graduação Alcoólica: 6,50% vol
Tipo: Stout
Volume: 300ml
Cerveja de coloração escura e opaca. Creme beje de boa formação e duração. Aroma de malte tostado e notas que remetem toffee e chocolate. Corpo e carbonatação médios, sabor maltado com notas de café, chocolate. Não senti nada que lembrasse à pimenta.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

BEERPACK #01

Já está ficando redundante escrever isso aqui, mas quase não tenho tido tempo para escrever. E de certa maneira, essa falta de tempo acaba se transformando em um bloqueio criativo. Às vezes eu sento para escrever sobre as coisas que mais gosto e não sai nada. Mas enfim, hoje deu pra colocar em pratica o primeiro post de uma série que pretendo fazer daqui pra frente sempre que possível, então espero que compreendam a falta de periodicidade.

Pouco tempo atrás resolvi fazer uma assinatura de cerveja. Hoje com esse boom das cervejas especiais existem vários serviços de assinatura e apesar do preço não ser tão camarada assim, acabei optando por fazer pois tenho a possibilidade de experimentar cervejas novas (algumas provavelmente eu nunca iria encontrar pra comprar aqui na região). Escolhi o Beer Pack do Clube do Malte, que tem o melhor custo x benefício principalmente com relação ao frete que e sempre o que encarece as compras de cerveja na internet. Ele é composto por 4 cervejas e um copo diferentes todo mês e nesse plano de assinatura ainda veio um growler no primeiro pack.

Hump Beer American Lager


Tipo: American Lager
Graduação Alcoólica: 4,50% vol
Volume: 355 ml
Cerveja de coloração dourada e translucida. Creme branco de baixa formação mas que persiste. Aroma maltado com notas herbais e gramíneos. Sabor maltado, de dulçor moderado com ótimo contraste de lúpulo que se mantem no aftertaste no final seco.

Hump Beer APA


Tipo: American Pale Ale
Graduação Alcoólica: 5,20% vol
Volume: 355 ml
Coloração acobreada com espuma clara de boa formação e duração. Ao abrir a garrafa e colocar a cerveja no copo já é possível sentir a presença de lúpulo, com notas herbáceas e cítricas. Corpo médio com características suaves de malte e amargor bem pronunciado que persiste no aftertaste. Uma APA com ótima drinkability.

Warsteiner Premium Verum


Tipo: German Pilsner
Graduação Alcoólica: 4,80% vol
Volume: 330ml
Cerveja de coloração amarelo acobreado com espuma de boa formação e duração. Aroma maltado com pouca presença de lúpulo. Sabor com notas de caramelo e um leve tostado com final seco e pouca presença de lúpulo.

Warsteiner Roasted Barley Malt


Tipo: Dunkel
Graduação Alcoólica: 4,80% vol
Volume: 330ml
Cerveja de cor marrom acobreado com creme bege de boa formação e média duração. Aroma maltado com notas de caramelo e toffee. No sabor o dulçor do malte e notas de caramelo e leve tostado são as estrelas. O amargor é muito suave e quase não aparece. Corpo e carbonatação são médios.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

MOTO ELÉTRICA - SAROLÉA MANX7

Hoje em dia é inevitável não falar em sustentabilidade e consequentemente sempre ouvimos que os motores à combustão estão com os dias contados e que marcas icônicas como a Harley Davidson estão buscando novas tecnologias e maneiras de se inserir no mercado de motos sustentáveis. Não quero entrar no mérito de sustentabilidade com esse post, até por que é um assunto muito amplo. Então vou tentar me conter apenas nas motos, mas antes de falar da moto desse post algumas coisas devem ser esclarecidas:

1° Acho que temos que buscar viver de maneira sustentável, mesmo tendo ciência que sou falho nesse sentido em determinados momentos do dia. Não que seja uma desculpa, mas trabalhar no ramo da construção civil (principalmente aqui no Brasil) de forma sustentável é um puta desafio.

2° Apesar de os motores à gasolina contribuírem com a poluição (vale salientar que a poluição gerada pelas motos é muito pequena, perto dos outros automóveis movidos à combustíveis fósseis) um motor de uma Panhead ou uma 7 Galo tem um som que nenhuma outra moto (elétrica) vai conseguir reproduzir.

3° Essas motos (com índices de poluição mais elevados) tem uma mecânica e elétrica muito simples, o que nos permite realizar manutenções em casa. Em uma moto moderna e cheia de fios, isso é um pouco mais complicado.

Esses pequenos fatores pesam na hora de pensar de forma racional e emocional. E porque eu falei isso tudo se o assunto do post é uma moto elétrica? É que como apaixonado por motos clássicas às vezes a gente cria uma certa resistência com tudo aquilo que é novo. De certa forma não tão novo assim né. A Saroléa é uma marca belga que iniciou sua produção em 1850 e em 1901 já lançava sua primeira motocicleta com um motor de 247cc e que teve uma evolução até o início dos anos de 1950 (no site da empresa é possível ver a linha de tempo da marca) em que a marca ficou famosa por suas motos vencerem várias competições de velocidade daquela época. Em meados da década de 50 a economia pós guerra não era das melhores e a empresa teve que diminuir a produção e teve o encerramento de suas atividades em 1973. Recentemente (2008), a marca foi comprada por dois irmãos com o intuito de produzir motos 100% elétricas e de alta performance (desde então, participam do mundialmente famoso Tourist Trophy da ilha de Man com o modelo SP7).

Em 2015 a empresa lançou um modelo para a cidade inspirado na super bike SP7, a MANX7. Essa motoca foi o motivo desse post, em que apesar de eu (de certa forma) defender os motores à combustão me deixa entusiasmado com a possibilidade de em um futuro não muito próximo (essa é a realidade) podermos pilotar uma moto tão bacana como essa.



terça-feira, 23 de maio de 2017

CERVEJAS RUPESTRE

A Rupestre apareceu aqui no blog recentemente e sempre que chega alguma novidade eu corro pra experimentar. Os últimos rótulos que experimentei foram a Red Ale Defumada e uma American Dark Ale.

Red Ale Defumada


Graduação Alcoólica: 6,30% vol
Tipo: Red Ale
Volume: 600ml
Cerveja de coloração acobreada, com creme beje de ótima formação e duração. Aroma maltado e caramelado. Sabor com notas de caramelo, malte levemente torrado. Amargor suave, muito bem inserido. Corpo e carbonatação média.

American Dark Ale


Graduação Alcoólica: 4,50% vol
Tipo: American Porter
Volume: 600ml
Cerveja de coloração marrom escuro com reflexos de matizes rubi. Creme beje de boa formação, mas que baixou rápido. Aroma maltado com notas de malte tostado e presença de lúpulo com caráter floral muito leve. Sabor de malte torrado, amargor suave e final seco. Corpo médio com baixa carbonatação e leve adstringência, característica dos maltes escuros.

Obs.: Como ela não veio com classificação de estilo e o American Dark Ale não é um estilo que exista, acabei classificando ela como uma American Porter, pois apresentou notas médias de maltes torrados, corpo médio e amargor suave.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

SANTA RITA DE JACUTINGA-MG / FAZENDA SANTA CLARA

Como disse nos posts anteriores, não estou com muito tempo de sobra e por isso a atividade aqui no blog diminuiu bastante, até porque não tenho rodado quase nada de moto a não ser de casa para o trabalho. O último ride que fiz foi um bate e volta até a fazenda Santa Clara na cidade de Santa Rita de Jacutinga, que fica entre os estados de MG e RJ.


A fazenda está localizada cerca de 18 quilômetros antes da cidade para quem vem no sentido Rio Preto para Santa Rita. Dessa vez, resolvi seguir o GPS ao pé da letra. E para minha "surpresa" ele me jogou em uma estrada de terra pouco depois de Juiz de Fora que seguia até a cidade de Santa Bárbara do Monte Verde.

Estradas de terra são sempre convidativas e com essa não foi diferente. Tinha chovido na noite anterior e por aqueles lados a chuva foi forte, pois tinha várias arvores caídas e algumas fechando a estrada. Mas nada que atrapalhasse a passagem de moto.


Chegando próximo da fazenda já é possível avistá-la da rodovia e de longe ela impressiona pelo tamanho. Se me lembro bem, há uma taxa de 15 reais para a visitação que dura cerca de 40 minutos. Não vou me lembrar de tudo que vimos, mas para título de curiosidade a propriedade possui 10 hectares e a área construída é de quase 6 mil metros quadrados. São 365 janelas, 52 quartos e 12 salões, representando os dias, semanas e meses do ano respectivamente. Para que tudo isso eu não sei, mas como disse o nosso guia: "hoje em dia o funkeiro ostenta com carro e cordão de ouro. Naquela época os coronéis ostentavam com construções faraônicas".


A fazenda teve sua construção iniciada em meados do século XVIII com o ciclo do ouro e posteriormente durante o ciclo do café passou por uma ampliação. Na foto é possível ver a diferença de estilos nas janelas com detalhes arredondados do estilo barroco (ciclo do ouro) e detalhes mais simples, retos no estilo neoclássico (ciclo do café).


O casarão tem muitos detalhes e várias histórias que são passadas pelos guias, como por exemplo as festas e jantares realizados nos salões, alimentação que era preparada pelas mucamas e equipamentos considerados inovadores naquela época.

Capela

Senzala

Portão de aço e madeira da masmorra

Em resumo, a visita é muito legal para quem quer conhecer um pouco mais sobre o modo de vida daquela época.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

CERVEJAS LEFFE

No universo cervejeiro a gama de opções é muito vasta e nem sempre é possível experimentar todos os rótulos de determinada cervejaria. Existem várias cervejas brasileiras que são fantásticas, segundo os profissionais da área e amigos que já experimentaram, mas que eu ainda não tive a oportunidade de experimentar. Falta de oportunidade, dificuldade de encontrar nos mercados da região. Os fatores são diversos e isso se estende às cervejarias estrangeiras, como por exemplo a Leffe. O primeiro rótulo que bebi deles foi há pouco mais de um ano e recentemente encontrei alguns rótulos em um mercado da cidade.

Antes de do review, gostaria de compartilhar um pouco da história da cervejaria.

A Abadia de Notre Dame de Leffe foi fundada em 1152, mas só em 1240 é que surgiu a primeira cerveja. Localizada em Namur, no sul da Bélgica, a Leffe era produzida por monges premonstratenses, sábios da cerveja, sendo que até hoje segue uma receita rígida e tradicional.
Em sua história, a Abadia de Leffe passou por muitos obstáculos: enchentes, incêndios e até mesmo teve uma parte sua destruída devido às tropas da Revolução Francesa. Os monges abandonaram a abadia em 1794, parando completamente as atividades em 1902. Por sorte, a abadia se tornou patrimônio histórico, e em 1937 os monges voltaram para a Abadia e a produção voltou.
A cervejaria Leffe foi comprada pela InBev em 1987 e isso contribuiu para aumentar sua fama mundialmente. Fonte: Clube do Malte

Blond


Tipo: Belgian Blond Ale
Graduação Alcoólica: 6,60% vol
Volume: 330 ml
Cerveja de coloração amarelo dourado. Creme branco de boa formação e duração. Aroma maltado, com notas cítricas e herbais. Sabor frutado com amargor suave no final que conferem boa drinkability.

Royale


Tipo: Belgian Blond Ale
Graduação Alcoólica: 7,50% vol
Volume: 330ml
Cerveja de coloração acobreada. Creme branco de boa formação e duração. Aroma com notas frutadas, caramelo. Sabor maltado, fermento, pão. Amargor suave

Radieuse


Tipo: Belgian Dark Strong Ale
Graduação Alcoólica: 8,20% vol
Volume: 330ml
Coloração vermelho cobre, creme amarelo claro de boa formação e duração. Aroma maltado com notas de frutas vermelhas e caramelo. No sabor, o malte prevalece em conjunto com dulçor que lembra caramelo e há tbm presença de notas torrefadas. O amargor bem inserido no final do gole persiste na boca.

terça-feira, 4 de abril de 2017

PARATY-RJ / DIA 5 - BACK HOME

Acabei deixando o blog parado por quase um mês. O trabalho tem me tomado boa parte do tempo e tenho chegado meio sem inspiração para escrever. Só para fechar a série de posts sobre Paraty, vou deixar as últimas fotos que tiramos durante o retorno. Apesar do calor excessivo, foi ótimo passar alguns dias sem ter que me preocupar com nada e voltamos para casa pensando quando será a próxima estadia.

Esse mês pretendo voltar com as postagens. Grande abraço a todos!



quinta-feira, 9 de março de 2017

PARATY-RJ / DIA 4 - JABACUARA E CASA DA CULTURA

Afim de descançar e nos preparar para a volta no dia seguinte, passamos o dia todo na praia do Jabacuara que é a maior da região central de Paraty.


Com águas calmas e quentes, é o lugar ideal para relaxar. Além disso, tem vários quiosques ao longo da orla e um que recomendo (ops, a Paty recomenda) é o Biruta Grill que faz o Maraculouko, drink de cachaça e maracujá (eu prefiro cerveja) e tem ótimo atendimento.



À noite passamos no centro histórico e visitamos a Casa da Cultura que estava com uma série de exposições interessantes.

A Cadeira




Todos os Santos




E pra fechar experimentamos uma comida tailandesa. É bem diferente, como temperos fortes mas eu achei gostoso. A Paty nem tanto porque alguma coisa provocou uma irritação nela, que nem terminou de comer. Mas tava bonito, olha só.