quarta-feira, 18 de outubro de 2017

TÉNÉRÉ - UPDATE REVISÃO 80 MIL KM

Após a revisão verifiquei alguns problemas na moto e como havia escrito o post anterior sem fazer o uso rodoviário da moto não foi possível verificar nenhum problema.

Lembra do desgaste prematuro do pinhão e da corrente. Depois do ajuste fino feito na revisão, a transmissão começou a fazer muito barulho novamente. Voltei na oficina para verificar e haviam mais 3 elos partidos (no local da emenda que havia sido realizada anteriormente). O pinhão também sofreu a mesma deformação que o anterior, o que leva a crer que a corrente não é de boa qualidade como havia indicado anteriormente o meu próprio mecânico. E como prova do nível de conhecimento, ele entrou em contradição dessa vez, dizendo que "essas correntes com retentor não são boas, vivem dando esse tipo de problema. Não tem pinhão que aguente". Resumindo, tive que fazer outra emenda na corrente e acabei colocando outro pinhão novo (VAZ, que custou R$50,00) com o intuito de diminuir o barulho. O anterior, que já era uma substituição rodou ainda menos que o primeiro, apenas 7,8 mil quilômetros.


Vale ressaltar que o barulho chega a incomodar e é um dos primeiros sinais de problema, caso a corrente esteja bem regulada. Mas o principal problema provocado por esses elos quebrados é o aumento de tensões excêntricas provocadas na corrente durante o movimento. Com a rotação da transmissão e peso (piloto + carona) a corrente fica frouxa em determinados pontos e muito tensionada em outros, o que pode provocar até uma quebra e consequentemente aumentar o risco de uma queda. No meu caso, a pilotagem no asfalto ficou ruim pois o excesso de tensão fez com que a moto tivesse perda de potência já que precisava de mais energia no sistema de transmissão para manter-se em movimento. Com a troca do pinhão e substituição dos elos quebrados, a pilotagem melhorou um pouco e o barulho diminuiu, mas não ficou do jeito que deve. A intenção é fazer com que esse restante de kit dure pelo menos mais uns 10 mil quilômetros e realizar a troca por um novo kit original (importado).

Outro probleminha que percebi durante o uso rodoviário, foi que a frente da moto estava vibrando demais. Logo de cara o mexânico disse "é a caixa de direção que está bamba. Aperta ai fulano". Não resolveu e no outro dia decidi verificar a roda, afinal os raios haviam sido trocados e a roda poderia ter ficado empenada. E ela estava um pouquinho fora de centro, mas muito pouco, não o suficiente para fazer com que a moto vibrasse tanto. Nessa mesma verificação foi possível ver que o pneu estava muito mais excêntrico que a roda. E não deu outra, havia sido montado fora de centro em relação ao aro. De volta à oficina, o pessoal tirou, colocou, tirou de novo. Melhorou um pouco, mas ainda não está 100%. Esse é um problema que ainda não tive ideia de como resolver, afinal de contas o pneu ainda roda por um bom tempo e trocar ele agora não é uma opção. Quero ver se consigo levar a moto em outra oficina esse final de semana para tentar centralizar ele e resolver o problema da vibração.

E alguém me explica, como o cara desamonta a moto e não verifica nada desse tipo? Outra coisa que já me deixou puto anteriormente e foi negligenciado de novo. Os caras nem olham o filtro de ar. Pode estar todo preto, que eles nem tiram ele do lugar. Enfim, esse post vem como dica e desabafo ao mesmo tempo. Tá na hora de buscar uma oficina com mais qualidade.

No final das contas a moto não está tão redondinha assim, mas vamo que vamo!

sábado, 7 de outubro de 2017

TÉNÉRÉ - REVISÃO 80 MIL KM

Desde a última postagem sobre manutenção e reposição de peças da Ténéré, fiz algumas trocas e acabei não postando nada. Essa semana levei a moto para fazer uma revisão, afinal havia um bom tempo desde a última e a moto estava apresentando alguns bugs (na injeção eletrônica principalmente). Então vou fazer um update sobre as trocas anteriores e o que foi feito por ultimo.

01/04/17
Realizei mais uma troca do pneu traseiro com 68,5 mil quilômetros totais, sendo que esse pneu ficou um pouco abaixo da média já que troquei ele com 12 mil quilômetros. O valor se manteve o mesmo da última troca, R$300,00.

12/06/17
Após a troca do kit de transmissão, a moto começou a fazer um barulho estranho. Tinha rodado apenas 8,4 mil quilômetros e o pinhão ficou todo retorcido. Aparentemente o aço utilizado era de qualidade muito duvidosa ou não passou por processo de têmpera. Além disso, um dos elos da corrente ficou por um triz de partir. Nesse caso não sei dizer se o segundo foi consequência do primeiro, mas fato é que o pinhão teve que ser trocado. Estranho que já havia utilizado o pinhão da Vaz anteriormente e não tive problema.



Além da revisão aproveitei para trocar as pastilhas traseiras e colocar a substituir os raios da dianteira por 4mm. As pastilhas Fischer me surpreenderam, rodando mais de 22,6 mil quilômetros, mas o disco apresentou um certo aumento no desgaste em relação à última troca. Não sei dizer se a pastilha é mais dura, mas segundo o meu mecânico o desgaste está normal. Foram trocados também os rolamentos das rodas dianteira e traseira.



Fora as peças trocadas a moto está um reloginho. Vamos ver se a chegamos nos 100 mil sem nenhum problema.

UBÁ-MG / PEDRA REDONDA

Não tenho tipo muito tempo para manter o blog atualizado, muito menos para colocar a moto da estrada. Com isso a única saída é procurar me distrair por aqui e recentemente fui até a pedra redonda, ponto muito frequentado pela galera de Ubá mas que eu nunca tinha ido. Fica praticamente dentro da cidade, cerca de 20 minutos do centro (de moto) e mais uma meia hora de caminhada até o topo.

Uma ótima oportunidade para estar em contato com a natureza e espairecer. O ar lá em cima é diferente e a sensação de paz é enorme. Quem conhece sabe o que estou dizendo e quem nunca foi, não espere tanto tempo como eu para conhecer. Vá amanhã mesmo!





segunda-feira, 18 de setembro de 2017

BEER PACK #02

O segundo Beer Pack trouxe 4 cervejas da Cervejaria Gauden. O projeto que recebeu o nome de Moon Hops teve cada cerveja produzida durante uma fase da lua. Um detalhe interessante é que todas utilizaramm o lúpulo Equinox, mesma lupulagem (incluindo dry-hopping), mas são quatro receitas totalmente diferentes.

Moon Hops Cheia


Graduação Alcoólica: 6,20% vol
Tipo: White IPA
Volume: 355ml
Cerveja de coloração amarelo dourado e translúcido. Creme branco de média formação e que persiste. Aroma frutado com notas cítricas. Sabor maltado com notas frutadas e amargor moderado que persiste no aftertaste. Corpo e carbonatação médios.

Um pouco de história sobre o estilo: Os cervejeiros artesanais americanos desenvolveram o estilo como uma cerveja sazonal do final do inverno e início da primavera para atrair tanto os bebedores de IPA como os de Witbier.

Moon Hops Crescente


Graduação Alcoólica: 5,50% vol
Tipo: Amber Lager
Volume: 355ml
Cerveja de coloração amarelo escuro, com creme de boa formação e duração. Aroma maltado e frutado. Sabor com notas de malte e amargor equilibrado que conferem boa drinkability. moderado que persiste no aftertaste. Corpo e carbonatação médios.

Moon Hops Minguante


Graduação Alcoólica:
Tipo: Specialty IPA
Volume: 355ml
Cerveja de cor acobreada, creme claro de média formação e boa duração. Notas cítricas presentes no aroma e no sabor, com corpo médio e amargor bem inserido proporcionando boa drinkability.

Moon Hops Nova


Graduação Alcoólica: 6,00% vol
Tipo: Black IPA
Volume: 355ml
Cerveja de coloração escura com nuances ruby. Creme beje de boa formação e duração. Aroma com notas cítricas e malte torrado bem suave. Sabor com notas frutadas e malte torrado muito distante. Corpo médio a alto e carbonatação média.